O impacto no reajuste de 3,79% nas contas de energia elétrica, em vigor desde o mês de maio tomou conta das redes sociais desde o domingo (3), com relatos de consumidores sobre um aumento ainda mais exacerbado do que de costume, com o início do verão amazônico.
Um internauta comentou que uma das contas de energia da sua residência no período acabou custando o equivalente a 50% do salário mínimo, e que o ar condicionado que usa é ligado apenas na parte da noite.
Uma internauta destacou uma parte do seu cotidiano que, segundo ela, nada justificaria o aumento na sua conta de luz: “Aqui só mora 2 pessoas, meu marido e eu, ficamos fora o dia todo e só chegamos depois das 20:30h, única coisa que fica ligada é a geladeira, o ar-condicionado só ligamos quando vamos dormir, e mesmo assim a conta veio mais de 400 reais”, afirmou.
Âmbar Energia explica critérios da ANEEL
Em resposta aos questionamentos enviados pela TV & Portal do Parente, a Âmbar Energia explicou que, ao repassar a porcentagem da tarifa, a ANEEL leva em consideração os critérios relacionados à distribuição de energia elétrica para a concessionária. Entre estes critérios, está a compra, distribuição e até mesmo o furto de energia elétrica, por meio dos famosos “gatos”.
Outros valores levados em conta pela agência reguladora está no volume de benefícios da chamada Tarifa Social, concedida pelo Governo Federal a famílias de baixa residência cadastradas no Bolsa Família ou no CadÚnico, bem como o Programa Luz Para Todos.
A Âmbar Energia atende cerca de 1,06 milhão de unidades consumidoras em todo o Amazonas, e tem atendido todos os critérios exigidos para o fornecimento de energia elétrica no Estado.





